Volume fixo mantém lotes; fração fixa recalcula um orçamento com o capital escolhido. Nenhuma regra produz automaticamente um retorno anual. Compare as mesmas entradas e saídas, com distâncias de stop, conversões, custos, fluxos externos e passos permitidos identificados.

Um lucro pode deixar uma base menor

Modelo original sem posições abertas: saldo 10 000 USD; lucro líquido realizado 1000 USD; saldo 11 000 USD; levantamento executado de 1500 USD sem taxa; novo saldo 9500 USD. Uma regra de 1% desse saldo dá 95 USD, não 110. Um lote fixo com perda de preço modelada constante de 100 USD representa agora cerca de 1,05%. Registe +1000 de negociação e −1500 de fluxo externo separadamente: a redução líquida de saldo de 500 não é uma perda da estratégia.

Lucro positivo, base disponível inferiorSem posições abertas; lucro líquido 1000 USD; levantamento 1500 executado sem taxa; percentagem 1% apenas ilustrativa.EXEMPLO DE CÁLCULOInício10 000 USDApós lucro11 000 USDApós levantamento9500 USDNovo orçamento95 USD
Lucro positivo, base disponível inferior. Sem posições abertas; lucro líquido 1000 USD; levantamento 1500 executado sem taxa; percentagem 1% apenas ilustrativa.

O orçamento usa 9500; a redução de saldo não é uma perda de negociação.

Início
10 000 USD – Saldo inicial.
Após lucro
11 000 USD – +1000 de resultado.
Após levantamento
9500 USD – −1500 de fluxo externo.
Novo orçamento
95 USD – 1% do saldo atual.

Percentagem e lote respondem a inputs diferentes

Sem custos nem slippage, lotes = (base de capital×fração)/(stop em pips×valor do pip por lote na moeda da conta). Num modelo EUR de 10 000, EUR/USD fixo em 1,0000, contrato 100 000 EUR/lote, stop exato de 30 pips e passo 0,01, o pip vale 10 EUR/lote. O orçamento de 1% dá 0,3333 lote, arredondado por defeito a 0,33: perda de preço de 99 EUR. Com capital 12 000 e 15 000 seriam 0,40 e 0,50 lote. Alterar stop ou conversão também muda o volume com capital constante.

Um lote fixo de 0,10 permanece igual com 10 000, 12 000 ou 5000 EUR. Não significa perda monetária constante se a distância, o instrumento ou o câmbio variarem. Mudanças de volume não provam confiança discricionária: podem resultar da mesma fórmula. Dimensionar não valida a qualidade da entrada.

Capitalização anual e adição fixa: experiência distinta

Suponha apenas para aritmética que 10 000 EUR recebem 12% líquidos no fim de cada ano, sem fluxos. Compare com outra regra que acrescenta 1200 EUR anuais. São trajetórias estipuladas; não consequências automáticas de usar fração fixa ou lotes constantes.

Fim do ano12% composto+1200 EUR anuais
111 20011 200
212 54412 400
314 049,2813 600
415 735,1914 800
517 623,4216 000
1031 058,4822 000

A diferença em cinco anos é 1623,42 EUR: 10,15% do resultado fixo ou 16,23% do capital inicial, denominadores distintos. Em dez anos é 9058,48 EUR, cerca de 41,17% do resultado fixo. Nenhuma destas diferenças mede uma vantagem verificada de estratégia.

Drawdown e recuperação usam bases diferentes

Uma queda d exige crescimento d/(1−d) sobre o remanescente. Quedas 20%, 30%, 50% e 80% pedem 25%, 42,86%, 100% e 400%. Se a recuperação fosse continuamente equivalente a 12% ao ano, recuperar 30% exigiria ln(1/0,7)/ln(1,12), cerca de 3,15 anos; 50%, cerca de 6,12. Creditando apenas no fim de cada ano, seriam os primeiros fechos de ano quatro e sete. A taxa não está garantida.

Capital 25 000 EUR cresce 10% para 27 500; dez perdas seguintes de 2% do equity deixam 27 500×0,9810 = 22 469,50 EUR antes de custos. O volume desce nessa sequência se stop e pip não mudarem. Noutro modelo, capital 10 000→20 000→16 000 EUR corresponde a volume 0,10→0,20→0,16: após a queda, a exposição é 1,6 vezes a inicial, não duas vezes. Uma queda de 10% é 5000 EUR numa conta de 50 000 e 500 EUR numa de 5000; esses valores não determinam por si só tolerância pessoal.

Um piso de volume pode violar o orçamento

Híbrido hipotético: calcula a percentagem, depois impõe piso 0,10 e teto 1,00 lote. Com stop e conversão constantes, suponha fórmula de 0,10 a 10 000 EUR. A 15 000 dá 0,15; a 5000 daria 0,05, mas o piso força 0,10 e duplica a perda planeada relativamente ao orçamento. A fórmula chega ao teto a 100 000 EUR; apenas acima disso o teto restringe. Estes limites escolhidos não são o mínimo e o passo impostos pelo intermediário. Se o menor volume disponível excede o orçamento, forçá-lo não resolve a restrição: pode ser necessário outro instrumento ou não negociar.

Escalões acrescentam descontinuidades

Outro experimento escolhe fração por capital: abaixo de 10 000 EUR, 0,5%; de 10 000 a menos de 20 000, 1%; de 20 000 a menos de 50 000, 1,5%; desde 50 000, 2%. Não são recomendações. Uma redução por drawdown de 20% precisa de limiar mínimo, prioridade e condição de reposição declarados. Cruzar um escalão pode aumentar abruptamente a percentagem com alteração mínima do capital. Uma revisão não é um travão garantido contra gaps.

Comparação por operação não é a tabela anual

No modelo binário p=0,4, ganho +2R e perda −1R, a expectativa é 0,2R. Em 200 operações, a soma esperada é 40R, sem resultado realizado garantido. Com conta 10 000 EUR, paridade EUR/USD, 0,10 lote e stop exato de 30 pips, R é 30 EUR, ou 0,3%. Uma sequência construída de 80 ganhos e 120 perdas, todos com R fixo de 30, rende 1200 EUR. Com fração de 0,3% recalculada, o fator ideal é 1,00680×0,997120, aproximadamente +12,53%. Contagens fixam o resultado final nesse modelo sem passos ou custos; a ordem muda o drawdown intermédio.

Depois de dois anos da tabela anual, uma queda de 30% deixa 8780,80 EUR no modelo composto e 8680 no de adição fixa. A 12% anuais, ambos precisam da mesma recuperação proporcional aproximada de 3,15 anos. Se o segundo voltar antes a acrescentar 1200 EUR por ano, substituir a perda de 3720 exige 3,1 anos segundo essa regra contínua de adição. Não misture regras para apresentar recuperação mais rápida.

Caso adicional EUR de fluxo: saldo 10 000 EUR, lucro fechado 800 e levantamento executado 1200 sem taxa deixam 9600. O próximo 1% é 96 EUR. Usar 108 confunde o saldo anterior ao levantamento; declarar −400 como perda de negociação confunde fluxo externo e desempenho. Com posições abertas, determine se a base escolhida é saldo ou equity.

Escolher pelo orçamento e pelas restrições

Não há número universal de operações ou anos lucrativos para mudar de método. Um lote fixo pode ser demasiado grande para um principiante; uma percentagem também pode exceder a perda modelada num preenchimento real. Defina exposição simultânea, nocional, margem e resposta aos fluxos. Duzentas operações ou dois anos positivos são observações, não validação automática de uma vantagem.

Erros de comparação

Evite ignorar a trajetória de perdas, alterar a regra sem registar, confundir perdas condicionais e probabilidades ou arredondar para cima para alcançar uma meta de recuperação. Dez perdas exatas de 5% causam 40,13% de drawdown e a 2% causam 18,29%, sem atribuir probabilidade à sequência. Uma margem suficiente não significa que o orçamento de perda é respeitado. Um teto de volume também não garante conforto emocional ou perda máxima executada.

O que a experiência permite concluir

As diferenças da tabela resultam dos retornos anuais assumidos. Os lotes devem resultar de capital, distância, valor convertido e passos disponíveis; o histórico precisa de manter resultados e fluxos externos separados. A redução do orçamento monetário depois de perder é uma propriedade da fração constante, sem garantia de recuperação futura.

Preparar a próxima comparação

  • Calcule perda planeada = distância×valor do pip×volume; divida pela base no momento da entrada e acrescente custos aplicáveis.
  • Escreva passo mínimo, limites de exposição e regra para não negociar quando o mínimo excede o orçamento.
  • Defina limiar, ação e reposição de qualquer revisão por drawdown, mantendo o registo de fluxos.

Continue em Anti-martingala: dimensionar sem confundir escala e vantagem para testar o arredondamento após ganhos e perdas. Use Resultado realizado, Saldo (balance) e Drawdown — queda a partir de um máximo para classificar corretamente o diário.

Prática: dez perdas proporcionais ou monetárias fixas

Comece uma sequência independente em 8000 USD, sem custos e sem passos de volume. Dez perdas de 1% deixam cerca de 7235,06 USD. A 2%, deixam 6536,58; dez perdas fixas de 160 USD deixam 6400. A diferença é cerca de 136,58. A primeira perda coincide, mas as seguintes diminuem no modelo proporcional. Compare no exercício do calculador mantendo os restantes pressupostos.